Ainda não vi este filme, mas adoro a musica!

Twilight_soundtrack

Mais um filme de amores impossíves (como Pretty woman, Love story, Entrevista com vampiro, Only you, Van Helsing, Romeu e julieta…) , do tipo com vampiros sensuais e inatingíveis e com mocinhas puras e encantadoras! É muito envolvente esse tipo de filme, porque visualizamos um amor impossível, e tudo que é proibido, sabe melhor e é mais intenso! Mas isso não é uma afirmação, é mais uma pergunta: ” Mas por que tudo que é proibido, complicado, kármico, é mais atractivo”? E muitas vezes nem é tanto o amor que é proibido, mas a própria pessoa se torna objecto da proibição. Por que quando conhecemos alguém, alguma  pessoa mais difícil, mais impenetrável e mais inalcansável, parece ser mais interessante! Pois o amor proibido tem uma mescla de correspondência e não-correspondência com a pessoa que ama, como uma estratégia inconsciente de continuar a ser  intocável, e se não é a própria pessoa que cria esses entraves, ou cria circunstâncias, ou utiliza delas para impossibilitar “o amor”!  O sofrimento, o desgaste emocional e intelectual, a ânsia de conquistar uma pessoa assim, faz me pensar que quanto mais a pessoa demonstrar que é “proibida”, ou que não estar na “mesma onda”, desperta um animalzinho no nosso ego (eu), animalzinho este que deve ter uma co-relação com tudo que nos foi proibido, frustrado, ao longo de nossas vidas! E diante desta luta por esse amor proibido, vem a vontade de também recuperar os amores proibidos e perdidos do passado, e de recompensar as rejeições e as reprovas! E muitas vezes são amores que teriam tudo para dar certo, aos olhos de qualquer mortal! Estou a ler uma livro, com um título muito convidativo, que fala sobre a dificuldade que muitos casais tem em viver e conviver em harmonia. Tipo: “EU NÃO TE QUERO, MAS NÃO TE DEIXO”, ou: ” O NOSSO AMOR É IMPOSSÍVEL, MAS GOSTO DE ESTAR CONTIGO”! E então observamos os impedimentos que dá tanto ardor e atracção na relação, mas um inferno na convivência! O livro é: TODO O AMOR DO MUNDO-PSICOLOGIA PARA CASAIS, DE HARVILLE HENDRIX, Ph.D. Ou seja, tudo está ligado com questões passadas, que ficam mal-resolvidades, e que influenciam nossas vidas em conjunto com outras pessoas! Ninguém aceita, mas quando nos interessamos por alguém, essa pessoa já foi construídas por nós, com pedaços idealizados  de outrém. Ou seja, quando conhecemos um parceiro, nós apenas o reconhecemos do nosso Imago (algo criado e idealizado), que pode ser um bocado do nosso pai, um bocado da nossa mãe, e de outras pessoas que foram importantes na nossa vida. Mas esse não é problema algum, o grande desafio é que aquilo que nos atrai na pessoa também pode causar repudio, porque as lembranças ficaram como feridas incuravéis… dou-lhes exemplo “fictício”: Uma pessoa que uma amiga  gostou muito, do sexo masculino, tinha muitos traços de personalidade de sua irmã (estudioso, lutador, compenetrado, pessoa que escrevia bem, muito inteligente e responsável), e ela sempre  quis ser como a sua irmã, pois esta sempre foi a 1ª na turma do colégio, e minha amiga  achava isso espetácular, além disso, seus pais também admiravam a sua irmã, a qual era recompensada com objectos materiais! Porém, sempre  comparavam-na com minha amiga, porque ela era assim, daquele jeito e a outra  não! Portanto, minha amiga sempre via a pessoa amada como alguém superior a ela mesma, e alguém para competir e se espelhar! Porque, na realidade, com quem ela queria competir era com a sua irmã, a qual  também a amava, a qual a fez apaixonar-se por este rapaz! Em outras palavras, ficou tão feliz em reconhece-lo em seu “Imago” e, ao mesmo tempo, tão frustrada porque também não poderia alcança-lo” ! Esta pessoa então se transforma numa pessoa proibida, onde o amor não vai poder fluir, enquanto ela não curar as feridas do passado! Também, lembro-me do caso da cantora de música country, que não me recordo o nome, que é lésbica, e que sofreu abusos de sua irmã mais velha, pois lhe batia muito! Ela falava disso com muita magoa, claro! Mas também, não vou entrar aqui na discursão de que isso possa a ter levado a homossexualidade (ui, isso é outro assunto), mas sobre as histórias dos nossos amores e seus impedimentos/bloqueios, há muito que especular (Isso continua…)! MUSICA DO FILME: DECODE – PARAMODE

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